Lendo uma entrevista com o dono da Blue Man - David Azulay na Revista TPM desse mês, achei demais essa frase do cara: Homem que gosta de mulher de verdade não sabe escolher modelo para a passarela hoje em dia.
Achei legal não pelo fato da prova de masculinidade do cara e sim, a favor, das mulheres mais “normais”. Pois hoje em dia é surreal ver os desfiles de moda com aquelas mulheres anoréxicas e esquálidas. Chega gente, vamos ter saúde, colocar gente real e não surreal.
Mulher gostosa na passarela abaixo:
Homem que é homem não chora feito mulher, diz o bioquímico americano William Frey, aliás não só esse bioquímico diz isso, a maioria deles dizem isso. Voltando a explicação, o tal Frey descobriu que o funcionamento das glândulas lacrimais, responsáveis pelo choro, depende de um hormônio chamado prolactina, que existe em quantidade muito maior nas mulheres. A prolactina, como o próprio nome indica, é fundamental para a produção de leite durante a amamentação.
Numa experiência, o doutor Frey tratou pessoas deprimidas com o hormônio dopamina, que inibe a prolactina. Resultado: as crises de choro dos pacientes diminuíram, comprovando a ligação entre esse hormônio predominantemente feminino e as lágrimas. Não adianta,é fato, as mulheres são mais felizes, por derramarem mais lágrimas. Frey constatou que pela lágrima são eliminadas certas substâncias químicas que causam a ansiedade. Isso explica a sensação de alívio que muitas vezes se segue a uma boa sessão de choro. Claro, tinham que ser as mulheres! Ma vem cá, tem coisa melhor que desabar em lágrimas?
Segue a Homenagem da Sexta para todas àquelas mulheres que se sentem MUITO melhor desabando e liberando as tensões em lágrimas, porque sempre depois as coisas melhoram.
Com informações da Revista Super Interessante / Imagem:Roy Lichtenstein
Pelo-amor minha gente, porque chamar os outros assim. Será que as pessoas que utilizam a palavra querida não precebem que soa esquitisto. Que raios, pois você nem me conhece pessoalmente!
Querida, esta é uma expressão que eu detesto e que segue a mesma linha daquela: Nossa, como você esta sumida! Se chamada de querida carinhosamente pelos mais próximos é outra coisa, eu gosto e acho carinhoso. Dá vontade de dialogar no estilo, exemplo.
- Tchau querida!
- Então tá fofa, tchau!
A Suécia tem se mostrado um país que, até então, eu não dava a mínima.
Primeiro foi o lance de o esquadrão antibomba ser acionado por causa de um vibrador, agora, a de hoje, foi que um grupo de mulheres defendem que tenham o direito de ficar com o peito à mostra em piscinas públicas.
Veja bem, eu não estou aqui, ridicularizando muito menos sendo preconceituosa, até porque cada um faz o que quer nessa vida. Mas considero um tanto curioso essa coisa de cultura. Lá as suecas andam de peito de fora, e isso para os outros soa como a coisa mais bonita do mundo. Por aqui, fica de peito de fora na rua!!! Fica pra você vê!
No outro dia aparacem as manchetes hipócritas.
Extra-extra:
Um grupo de mulheres fez topless na praia.
Mas o povo se esquece que no carnaval falta bem pouco para aparecer as genitálias femininas. O mundão véio.
Afirmo, não sou feminista, mas que hoje me bateu uma série de pensamentos feministas isso sim. Esse final de semana, eu estava assistindo uma reportagem na TV Cultura sobre o mundo do rock feminino. Eles apresentaram um programa de rádio on-line que trata somente de bandas de rock e metal formadas por mulheres no vocal ou, como integrante da banda (baixo, guitarra etc.). O programa via web também mostra tudo o que acontece de novidade na área musical feminina, sei lá se é assim que posso dizer ou nomenclar. É bem bacana vale a pena conferir.