Falar o que de carnaval, se não tenho muito do que falar disso. Alias tenho apenas que dizer que eu nasci bem no carnaval. O engraçado que eu não sou fã das bundas, da bebedeira, da “putaria” toda que é isso, isso que muitos chamam de “carnaval” .
O carnaval pra mim, nada mais é do que um bom momento para organizar as idéias. Óbviamente é o momento que o meu ciclo de vida se renova e assim vou fechando alguns buracos negros, abrindo novos, vou aceitando e modificando algumas coisas, e daí por diante.
O rock vai alimentando os dias enquanto que melancias da vida, mulher melão e sei-lá-mais-o-de-como-chama-las, elas estão em plena “azaração”. A azaração dos mediocres. Carnaval vai, carnaval vem, inferno astral vai, inferno astral vem e tudo passa.
De uma coisa eu sei, que a única bunda que rebola desse carnaval é aquela instalada numa guitarra e seus solos arrebatadores. A música do meu carnaval espanta todas as bundas e cérebros das frutas.
Dá-lhe bunda moçada!

Pra que se preocupar o que acontece com o mundo e com o Brasil? Não precisa, não é mesmo. As bundas que balançam chamam mais a atenção do que o nosso ganha pão. Deve ser nessa “maré” em que o Lula esta. Neste momento ele deve estar escolhendo qual o melhor samba-enredo das escolas de São Paulo. Querido senhor presidente:
A queda da bolsa de valores de hoje é diferente da que vimos nos últimos dias. O senhor sabe o que é isso?
A crise é brasileira também. “Acontrece isso porque está faltando dólar para as empresas exportadoras. Não há moeda estrangeira para entrar no país no curto prazo. Antes do agravamento da crise, as empresas brasileiras antecipavam o recebimento do câmbio de uma operação que só seria feita de três a seis meses na frente. Como agora não há liquidez nos mercados, o que está acontecendo é que as empresas não estão mais conseguindo captar esse dinheiro. Essa é uma parte do problema”.
“Além disso, muitas empresas fizeram operações acreditando na valorização do real, contra o dólar, e foram surpreendidas com essa queda forte e rápida da moeda brasileira. O que aconteceu então foi o contrário do que disse o presidente no final de semana. E já está mais do que na hora do governo parar de dizer que é uma “marola” o que estamos vendo”.
Senhor Presidente:
O Senhor esta com medo de falar sobre essa crise com as pessoas por medo delas entrarem em pânico?
Ou o Senhor não sabe do que se trata essa crise?
Marola, Senhor Presidente, deve ser o nome da cachaça que tomas!
Texto entre aspas: Miriam Leitão.
Aos homens que acessam meu blog, que me perdoem. Mas como me dá raiva da Globo com essa merda toda de carnaval.
Eu não sou contra carnaval de modo geral, mas se não ficassem 24 horas a la Jack Bouer passando as bundas peladas entre um intervalo ou outro, talvez eu não pegaria tanta birra dessa zona.
Nem passa o Natal e Ano Novo que já começam as escolas de samba a mostrarem “suas caras”.