Por Olívia Meneghetti Carromeu
Ouvir muito Pink Floyd pode levar o ser humano há vários lugares, no meu caso, alguns pensamentos batem a minha porta, ou melhor, a minha consciência. Hoje concretizei uma idéia que tenho tido à algumas semanas.
A existência humana
E para vomitar, ou melhor, começar, penso que é por meio do contato com o outro que formamos a consciência da nossa condição.
Isolar, silenciar-se do mundo não são uma das melhores maneiras de ter a consciência de algo ou do fato apresentado pelas circunstâncias reais.
Daí vem o ilusório, o não real da nossa consciência. No entanto, o meu viver não é o maior valor do universo nem é o que primeiro aparece. Simples meu, primeiro, descobrimos o outro, um individuo semelhante a nós: a partir dele, descobrimos as demais realidades. É em nossa vida social, quando já temos vários tus, que formamos uma visão do que o mundo seja.
Minha insignificante consciência diz que; não podemos ficar fora de uma sociedade, participar, socializar mesmo, que fique claro fazer parte de uma sociedade e não ser um “sociável”.
No final da tantas descobertas é que chegamos ao eu. Passamos nessa trajetória, pelo contato com o tu antes de atingir o eu. E que para mim, especificamente, é pelo confronto com os tus da vida que descubro quem sou eu.
Cara, com os outros eu aprendi a falar, a avaliar, a superar as frustrações, a contagiar-me pelo belo, a responder às emoções….e quantas emoções viu..
Um grande abraço ao mestre (que nunca, ao menos vi nessa vida, mas quem sabe através da minha consciência) David Gilmour
Como se não bastasse matar os pais num ato verdadeiramente insano, Suzane Von Richthofen quer URGENTEMENTE a sua fatia do bolo da herança de seus pais. Fora isso, ela, não contente com o Estado ainda quer ser indenizada pela quantia aproximadamente de 900 mil mangos. É mole, jovens??
Dias desses, não muito diferente de hoje, na qual a temperatura se encontra perto dos 40 graus e com a umidade relativa do ar baixíssima, o elevador e ela, somente ela.
Quando se trabalha em um edifício comercial, somos obrigados a ter o convívio mais do que o social para com os outros seres humanos presentes, porém não é o que pareceu para uma cidadã a la Paris Hilton.
Quatro horas da tarde foi a hora em que adentrei ao elevador e com isso, descendo rumo ao térreo uma parada no meio do caminho. Entra um ser totalmente esbaforido com um perfume mais doce que o açúcar mascavo que tem ali na prateleira da minha casa. Mas isso é um fato sem exagero, a garota Paris Hilton deve ter trocado os fracos de perfume ao sair de casa ou ela realmente não deve ter o sentido do olfato funcionando.
Gente, rumo aos perfumes com uma fragrância mais “amena” durante o dia, eu e o meio ambiente do mundo agradece!!!
Ontem, deitado na cama com minha digníssima, uma conversa quase que antropológica surgiu. Dona patroa me disse que os homens traem porque, segundo uma fonte de altíssima confiabilidade – a sessão Mulher do portal Terra, eles ainda trazem em sua carga genética alguns instintos primitivos, como o da reprodução. E ela não falava de uma simples reprodução não, ela se referia daquelas em que nós homens, procuramos sempre manter o maior número de relações sexuais com o maior número de fêmeas.
Mas então eu faço a seguinte pergunta: Se ainda é tão vivo assim esse lado primata, por que nós homens, não comemos com as mãos? Alias, se fizermos isso, tomamos inúmeros chutes na canela por debaixo da mesa em sinal de repressão de tal gesto animal. E o que dizer quando controlamos aquela vontade enorme de soltar um sonoro e gostoso arroto? Ninguém diz nada, mas se o fazemos, o mundo praticamente cai. E beliscões chovem em nossa direção e logo somos tratados como trogloditas. Se usamos talco ou spray anti-aspirante nos pés, somos frescos. Agora se sentamos no sofá ou nos deitamos na cama e aquele futum desgraçado de chulé toma conta do ambiente, somos porcos.
Dá pra entender o que quero dizer? Somos lembrados com nossos primos peludos lá de antigamente, somente quando fazemos algo negativo.Se peidamos, somos ogros, se não abrimos portas somos grossos, se não esperamos para comer somos mortos de fome e por ai vai a lista. E não vamos esquecer o foco da questão, se traímos, somos primatas.
A única coisa que sei, herdei do “Parente Australopithecus” e não abro mão, é o instinto de caça, que no caso adoto em duas situações: para poder empregar no uso do controle remoto da televisão e o nos momentos em que preciso comprar algo. Vou, olho, pego, pago e vou embora. Se vai servir, se está vencido, se está caro, se está quebrado é outra conversa. O que quero, eu caço, pego e levo.
O texto acima foi escrito abaixo de fortes ameaças, afinal, o homem é primata, mas quem manda nessa tribo são elas.
por Rodrigo Lupatini
Dia desses participei de uma seleção para uma vaga no Sebrae (ahhh Sistema S).
Sabadão seis da madrugada acorda, da uma passadinha na banca pega os principais jornais regionais, toma um cafezinho acompanhado de um cigarrinho e vamos lá, fazer a tal prova de conhecimentos.
Seleção de concurso isso sim é que parecia. Sério, correto, organizado. E o que parecia ser uma coisa correta transformou-se em indignação coletiva dos jornalistas.
- Jovem, essa questão foi elaborada por quêm? Porque não é possível, meu, ta tudo errado nessa bosta? (um jornalista)
- Querida vocês estão zoando da minha cara, essa prova está totalmente incoerente. (outra jornalista)
E de repente toma conta um surto coletivo de jornalistas indagando sobre a tal prova correta da seleção. Por incrível que pareça consegui me segurar nessa.
Mas olha só o naipe das questões, tirei uma só para se ter uma noção do que foi a coisa.
Primeira pergunta: O que é jornalismo on-line?
A- 2 + 2= 6
B- Hipotenuza vezes ao cubo
C- Raiz quadrada menos 6
D- Duzentos mil dividido por setenta mil
A prova em si:
Quem elaborou a prova de conhecimentos específicos jornalísticos só pode ter sido por um matemático e ao todos foram anuladas quatro questões (por erro dos cabeças).
Cadê a seriedade da empresa que elaborou a seleção??
Ou era mesmo para os jornalistas acreditarem que realmente era uma seleção (sem sujeiras) séria, correta??
Passando por aí pelo mundo muitas vezes incult’s da net descobri esse site.
Quem sabe um ócio total, mas criativo. Sim… Nesse site você desenha qualquer coisa e recebe um outro desenho que “eles fazem”.
No mínimo é divertido.
— Amor,Você é como a lua!
— Gorda?
— Não. Clara e…
— Fria.
— Não, não.
— Você me acha pálida?
— Não!
— Então, acha que eu uso muito pó, só pode.
— Nada disso!
— Sou frívola, sem gravidade?
— Não, não, mas é claro que não.
— Minha pele é esburacada?
— Esquece. Jamais deveria ter te comparado à lua, foi uma indelicadeza minha. Você mais se parece com o sol.
— Cheeeia de estrias…
— Nããão! Tem luz própria e…
— Vivo dando voltas por aí?
— De jeito nenhum! Esquece o sol. Bobagem minha. Você… você é um cometa.
— Sabia! É a minha bunda, né? Muito grande.
— Bun… Não é nada disso, querida. Você é um cometa, porque…
— Posso causar grandes estragos, eu sei.
— Que é isso! O cometa é um astro de muita beleza, considerável grandeza e..
— Você nunca tinha reclamado de minha altura antes…
— Como? Eu… nunc… Não, não, pelo amor de Deus, não se trata disso! Me desculpa, não fica assim, bobagem minha. Não vou te comparar a nada mais no céu, tudo bem?
— Por quê? Você acha que eu não mereço?
— Claro que merece, mas é que… Tá, já sei. Você é como uma chuva refrescante na primavera, que tal?
— Como água, portanto: incolor, insípida e inodora.
— Não! Refrescante e…
— Passageira, fugaz, um evento sem maior importância.
— Meu amor, não é nada disso! Como poderia dizer que você é inodora?
— Tinha certeza que você ia fazer isso, mais cedo ou mais tarde.
— Isso? Isso o quê?
— Passar na minha cara, com ironia, que eu transpiro quando fico nervosa.
— Quê? Ora, só tava tentando…
— Dizer que não me ama mais. Suspeitava que todo esse preâmbulo era pra isso. Pois muito bem, saiba que…
— Não é verdade! Meu bem, minha querida, eu te amo! Te amo muito! Te amo mais do que você mesma se ama, se isso é possível!
— Então não tenho auto-estima, agora? Ou, pelo contrário, você acha que eu sou uma ególatra?
— Chega! Pára! Esquece, esquece tudo o que eu disse. E me perdoa. Não fiz por querer, mas sei que a culpa foi minha. Violei a regra número um de nosso casamento.
— Carinho, respeito mútuo e atenção?
— Não, evitar analogias quando você tá de TPM.Escrito por Marconi Leal