Gente, tempo é uma coisa que anda cada vez menos. Tá loco viu, as horas passam que nem vemos mesmo. Literalmente nem vemos.
Vou tentando reorganizar a casa aqui aos poucos e logo tenho uma novidade.
Vocês acreditam que eu acordei pensando nisso. al coisas boas de se dar risada vai pra você essa.
- Sabe o que eu estava pensando, que essa crase não existe aqui.
- Humm.. Mas existe sim.
- Será? Será que se tirarmos não ficaria mais bonito?
- Ok. Vamos lá. A crase aí não existe poque essa palavra não tem preposição. É que, se você perceber, existe regras para a utilização da crase.
- Sei. Mas mesmo assim, vê se está certo.
- Tudo bem.
Agora eu te pergunto. Você vai falar o quê?
Pra que se preocupar o que acontece com o mundo e com o Brasil? Não precisa, não é mesmo. As bundas que balançam chamam mais a atenção do que o nosso ganha pão. Deve ser nessa “maré” em que o Lula esta. Neste momento ele deve estar escolhendo qual o melhor samba-enredo das escolas de São Paulo. Querido senhor presidente:
A queda da bolsa de valores de hoje é diferente da que vimos nos últimos dias. O senhor sabe o que é isso?
A crise é brasileira também. “Acontrece isso porque está faltando dólar para as empresas exportadoras. Não há moeda estrangeira para entrar no país no curto prazo. Antes do agravamento da crise, as empresas brasileiras antecipavam o recebimento do câmbio de uma operação que só seria feita de três a seis meses na frente. Como agora não há liquidez nos mercados, o que está acontecendo é que as empresas não estão mais conseguindo captar esse dinheiro. Essa é uma parte do problema”.
“Além disso, muitas empresas fizeram operações acreditando na valorização do real, contra o dólar, e foram surpreendidas com essa queda forte e rápida da moeda brasileira. O que aconteceu então foi o contrário do que disse o presidente no final de semana. E já está mais do que na hora do governo parar de dizer que é uma “marola” o que estamos vendo”.
Senhor Presidente:
O Senhor esta com medo de falar sobre essa crise com as pessoas por medo delas entrarem em pânico?
Ou o Senhor não sabe do que se trata essa crise?
Marola, Senhor Presidente, deve ser o nome da cachaça que tomas!
Texto entre aspas: Miriam Leitão.
- Fechado então. Vou levar o carro “scamarram”.
- Puxa que legal. Em qual cor o Senhor vai querer?
- Ah, eu quero azul chantily.
- Sim, e quanto aos acessórios, quais o Senhor vai querer. Farol?
- Ah, pode ser.
- Com o banco inclinável?
- Ah, pode ser.
- Certo, o senhor vai querer setas, a da direita e da esquerda?
- Ah, eu não vou querer, onde eu moro não se usa setas
- ?!?!?!…
Cá estávamos aqui na agência conversando sobre o mestre dos mestres. E a pergunta que se criou foi: Como você se comportaria-reação ao lado de Silvio Santos?
Bom, eu fico emocionada só de ver ele cantando : Hei hei em ritmo de festa…Daí já da para se ter uma idéia de qual seria a minha reação ao lado do mestre .
Alguns podem falar o que for, mas ele é um grande mestre, ainda mas para nós que trabalhamos com a comunicação. Ele é um mestre vivo.
E você qual seria a sua reação?
Pouco falo da minha profissão, do que faço ou já fiz, mas hoje vou releembrar um fato que me aconteceu há mais ou menos uns 3 anos. Hoje eu estava lendo uma matéria sobre uma mãe-de-santo e sobre a religião do candomblé na edição de junho da revista TPM.
A pauta do dia era: Festa Junina no terreiro. Quando li a pauta, pensei na lata e finalmente vi chegar o dia em que eu fosse conhecer um Terreiro de Candomblé. Nunca em minha vida teria tido contato ou até mesmo conhecer alguém que frequentasse, não por preconceito, apenas por não conhecer ninguém mesmo.
E lá fui eu e o cinegrafista pra rua achar o tal terreiro. Andamos e na medida que foi passando de terreiro à terreiro, de pai-de-santo à mãe-de-santo, fui ficando cada vez mais familiarizada com a religião afro-brasileira. No fim, eu conversei e perguntei mil curiosidades e claro, sobre a pauta a qual eu tínha que cumprir. Só espero não ter ido com alguma cor de roupa que não fosse a do dia, como de costume da tradição do Candomblé. Cada dia eles usam uma cor de roupa que corresponde a um Oxalá.
Esta aí, a minha Homenagem da Sexta vai para a fé.
Fé na vida, fé na esperança, fé em tudo, pois não tem coisa melhor do que a Fé, não importa qual seja ela.
De volta a realidade. Depois de alguns merecidos dias, saí de férias e cá estou eu com a rotina ladeando novamente. Esses dias em que me ausentei fui parar em Maceió – Alagoas. Pensa num lugar bonito gente, nossa indescritível. Mas nem só de beleza vive Maceió, como em todo lugar é claro. Teve um ponto que muito me entristeceu e muito me chamou a atenção: a pobreza. Lá em Maceió não tem meio termo não, classe média, lá ou é muito rico ou pobre, mas pobre mesmo, gente pedindo coisa de um e um minuto, sem exagero. A exuberante beleza apenas maquia as mazelas dessa vida.